domingo, 11 de maio de 2008

Quero partir, quero poder ficar...

Não tenho a capacidade de me reinventar, mas gostaria, não é do vazio que sinto falta é do excesso de informação que me invade e me confundi, tantas contradições acercam minha vida que vivo em uma felicidade mórbida, ou melhor, um estado conformado de niilismo. Não me olhe como se eu fosse capaz de mudar, melhorar e muito menos te ajudar, por mais que eu tente.Também não tente me entender, o mistério de descobrir quem sou é o que sempre me (des)motivou.Acredite no seu sorriso porque o meu não é real, porém tem boa intenção.Quem se importa com lágrimas alheias, ninguém, muito menos eu, portanto sorrirei.Mas com você minha dor é incontrolável, não me culpe por isso, você desperta em mim a pureza sincera que poucos conhecem.Como um palhaço com lágrimas nos olhos mas com um sorriso estagnado e com os braços sempre abertos.Procurei a tão idealizada por todos"liberdade", mas não soube maneja-la, controla-la, muito menos senti-la, minha vaidade, meu egoísmo e principalmente meu medo sempre fizeram me render e reclinar à solidão. Sei sentir perfeitamente a dor, mas o prazer, só sei descreve-lo, representa-lo talvez, e o invejar.Minha contrariedade é o que me assombra porem não à deixo, sou fiel às minhas tantas ideologias e personalidades, continuarei a sorrir mesmo querendo chorar.