domingo, 16 de agosto de 2009
Pathos...
...Tinha lhe devorado, porém não se recorda de nem um espasmo de vomição, a não ser a volição de lhe possuir para seu bel-prazer, é sincera ao menos para assumir que lhe tem de forma inata essa condição comodista, embora acredite que isso seja inerente a todos seres-talvez-humanos que assim insistem à insistir. Ès uma peça completamente frágil repleta de perversão e altruísmo, uma viva contradição de uma mente pueril com uma alma senil. Não sei quem és, mas observas como jamais alguém ousara contemplar, como consegue ser tão sádico e atraente, és ambivalente a tudo que lhe fora apresentado. Quer partir mas sem desgrudar, como se fosse possível não fazer escolhas, sua vivacidade e desatines faz de si um ser totalmente invejável por àqueles que se julgam sensatos e metódicos, consegue fazer-se apaixonável, mesmo com tantas peculiares e desconexas características...
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