Aos trancos e barrancos seguimos cegos na ilusão de sobriedade, sob a condição de gratidão e reconhecimento.
Pelos chistes cozinhados em “banho Maria”, reconhecemos nossa fé.
Sob o apelo de prazer, renunciamos os nossos prazeres.
Por baixo dos panos quentes da covardia nos auto-enganamos protegendo-nos assim do pecado.
Entre o eu e você, prefiro a vaidade.
Através do desconhecido, projetamos nossas perversões mascaradas em fantasias.
Sob tais discursos nos damos como satisfeitos e seguimos com medo da culpa, com medo do novo, com medo de nós mesmos, com medo de viver...
Ou melhor, estagnamos.
Antes fosse aos "trancos e barrancos".
Tais modos se tornaram dessa vez;
Inabaláveis.
E assim, acreditamos (dissimulamos)...
Que seguimos pra algum lugar...
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